E que tal se um dia você parar com essa covardia e dominar seu medo?
Em seu belo e arrumado caderno da vida. Tome conta e domine esse terror que tanto toma conta de você. O pegue pela garganta e o arraste até a garagem, o amarre, e o faça mil e uma perguntas, tire todas suas duvidas, saiba todas as verdades, e por fim, o liberte. Pois todos merecemos a liberdade, e talvez esse medo seja único e exclusivamente seu, e com o tempo ele se torna seu amigo. Mesmo aprisionado.
sábado, 19 de outubro de 2013
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Minha pequena alma inocente, Milena..
Milena, Milena, minha criança, como sinto sua falta. Minha bela menina de cabelos negros e olhos claros, sem você meu coração fica com um buraco, um vazio.
Te conhecer foi tão imprevisível, e agora você partes de minha caminhada, sem voltar. Volte para mim, venha ser minha amiga novamente, preciso de você. O amor que sinto por voce é grande, grande como Lua, e todas as estrelas.
Sentir sua presença, sua inocência, ouvir sua voz meiga, poder conversar e te "abraçar", ter sua companhia durante longos dias trancada no quarto, conversando, brincando, e esperando a noite chegar para caminharmos sob a luz do luar..
Os dias estão passando, como água que escorre entre os dedos. Dias que nunca mais voltaram, mas você pode voltar.
Venha me visitar esta noite, venha me proteger, venha me observar enquanto durmo. Minha doce, doce criança..
Te conhecer foi tão imprevisível, e agora você partes de minha caminhada, sem voltar. Volte para mim, venha ser minha amiga novamente, preciso de você. O amor que sinto por voce é grande, grande como Lua, e todas as estrelas.
Sentir sua presença, sua inocência, ouvir sua voz meiga, poder conversar e te "abraçar", ter sua companhia durante longos dias trancada no quarto, conversando, brincando, e esperando a noite chegar para caminharmos sob a luz do luar..
Os dias estão passando, como água que escorre entre os dedos. Dias que nunca mais voltaram, mas você pode voltar.
Venha me visitar esta noite, venha me proteger, venha me observar enquanto durmo. Minha doce, doce criança..
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
L I (F) E
Em um fim de tarde uma bela moça, delicada e sensível como as pétalas de uma rosa, mas que ao mesmo era forte e se defendia como os falsos espinhos da rosa, chorava. Chorava como se fosse o ultimo dia de sua vida, como se tudo que ela tinha como ideal não valesse e nem fizesse mais sentido. Sentada em sua cama, com as lágrimas por todo seu rosto, olhos vermelhos e inchados, sem forças. Pensou em desistir da magia dada a ela, a vida, a magia impalpável e irreversível quando perdida. Ela se levanta, e decide que nao deve mais viver, passa a mao no rosto, e seca as lagrimas. Encosta seus pés ao chao, e em pequenos passos pega sua mochila, e caminha até a gaveta velha de madeira de seu guarda-roupas, e pega um canivete, seu celular, e seu fone de ouvido, coloca tudo em sua mochila. Senta-se na cama, observa seu quarto, e cada detalhe como se fosse a ultima vez. Coloca um tenis, e sai do quarto. Sai da casa. Pega um caminho, para o desconhecido. E caminhando sozinha, ela ia. Até que depois de algumas horas, ela pega um ônibus e decide descer num lugar longe e diferente onde ninguém a conhecia, e lá ela encontra um aglomerado de árvores. Uma semi floresta. Era o lugar perfeito. Ela de vagar vai caminhando até aquele aglomerado, e entrando por entre as árvores, ela percebe que o clima fica fresco, mas ao mesmo tempo frio e vazio, e um silencio se faz naquele lugar, um silencio tão forte a ponto de ela conseguir ouvir seus próprios batimentos. Então ela decide se sentar com as costas apoiada em uma das árvores mais centrais. O Sol já se punha, e começava a ficar escuro tudo por ali. A bela moça sentada, fecha os olhos, mas mesmo no silencio da floresta, sua mente gritava. Ela encosta a mão no coração, e pensa como um desejo, que ela queria paz, gostaria de poder sentir a verdadeira vida, e sua magia, mas que ao mesmo tempo não tinha forças para o mundo. Ela sente uma pequena brisa quente em seu rosto, sente uma energia, e com os olhos ainda fechados e com as mãos tenta palpar essa energia, que se desfaz e ela acaba encostando a mão na terra, e sente como se estivesse conectada com o mundo inteiro, a terra cheia de energia, e vida, que era pisoteada e desvalorizada, mas que conectava tudo ao centro da vida. Ela abre os olhos e se levanta, e com um amigo, o vento a abraça e envolve numa caminhada dançante, e leva ela por entre as árvores. Até que ela chega em uma parte aberta dessa floresta. Ela olha para o chão, e de repente sente um nó na garganta como se tudo desmoronasse novamente, sentasse naquele meio, e olha para o céu. As estrelas pareciam se mexer e estalar como se conversassem entre si. E aquilo foi algo que a emocionou muito, e seus próprios olhos pareciam estrelas de tão brilhantes que estavam, e suas lágrimas pareciam diamantes que caiam pedra a pedra. Ela se sente sendo puxada para cima, uma magia a puxou, ela estava flutuando, e la estava a maior atração da noite, uma bela lua crescente, que prometeu conforto e paz. A bela moça aceitou, sua beleza foi unida a da lua.. E a lua se transformou, se completou. A bela moça continua lá, todas as noites, olhando todos aqui na Terra, e ajudando pessoas como ela, que perdem a razão e o verdadeiro significado da vida.
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